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  • Shirley Pontes

Carta. Dr. Francisco Humberto.

Um desabafo nos alerta para que possamos abrir os olhos e enxergar com seriedade o momento que estamos vivendo.

São poucos os colegas médicos que questionam esse "status quo" criado pela quadrilha institucionalizada chamada OMS. A enorme maioria prefere concordar com o que está acontecendo, passivamente. Até por comodismo. O preço a ser pago, será muito alto deste desdém coletivo. A conta há de chegar. Não existe almoço de graça.


Estamos sendo destroçados enquanto categoria, escorraçado enquanto profissionais, vilipendiados enquanto pessoas humanas, humilhados enquanto trabalhamos, desrespeitados enquanto seres humanos.


Nossa profissão do esculápio deixará de existir, muito breve. Nunca fui pregoeiro do caos, ao contrário sempre fui otimista nato. Tirava das minhas decepções (e olha que eu as tive com fartura), um aprendizado qualquer. Muitas delas serviram de estímulo para novas batalhas. Para outras conquistas. Agora estou vendo as margens se estreitando para os que não querem ler a cartilha da dominação coletiva. Da imbecilidade científica contada milhões de vezes para se tornar uma verdade. Sem comprovação. Sem estudos necessários.


Sem precisão e sem previsão do que poderá acontecer com os vacinados a médio ou longo prazo. Ou NÓS retomamos com urgência às nossas responsabilidades e competências, e assumimos as rédeas da saúde do Brasil e do Mundo ou correremos o risco de sermos rebaixados a uma terceira categoria de indivíduos neste planeta. O desafio está lançado.


Francisco Humberto de Freitas Azevedo

CRM-DF 14.747

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